I Colóquio Internacional do Núcleo Walter Benjamin
“O Limiar”
19 a 21 de novembro de 2008
Este espaço pretende ser um lugar para falar de roupas, memórias, arte, design, moda, cinema, literatura, educação, música e tantas outras coisas pelas quais os meus sentidos se fixam por pouco ou por muito tempo...
16 outubro 2008
14 outubro 2008
Raphael Ribeiro...

Veja mais em http://www.flickr.com/photos/raphaelribeiro e em http://www.portaisdamoda.com.br/noticiaInt~id~17735~n~a+estetica+eco-friendly+como+destaque+da+moda+mineira.htm
Fotografias de Fábio Ortolan
O começo: Raphael Ribeiro.



Quando o Raphael chegou na sala de aula, com um saco enorme cheio de sacolas plásticas brancas amarradas uma à outra, pensei: As sacolas são resíduos comuns da atualidade, muitos artistas e estilistas já percorreram o caminho da utilização de materiais diversos para a confecção de objetos e roupas; então este material não é "novo" para esse propósito...
Mas o processo pelo qual o Raphael estava configurando seu objeto-roupa, delineava um resultado final diferente. Aos poucos foi surgindo um tecido. As sacolas ganharam forma para vestir um corpo. Então ele e suas colegas ofereceram aos nossos sentidos este lindo presente. Ele criou uma trama para configurar uma roupa, um objeto weareable. Usou como linha condutora os princípios e alguns dos elementos essenciais do design: rítmo, textura, equilíbrio. Seu processo criativo caminha sobre a linha tênue entre a moda e arte...
Fotografias Raphael Ribeiro
Modelo T.T.Padilha
Autores dos objetos Pollyanna Silva Pereira e Raphael Gonçalves Ribeiro
04 outubro 2008
A alegoria da viagem em Virginia Woolf e Clarice Lispector
“Vejo pássaros selvagens, e instintos mais selvagens do que os mais selvagens pássaros erguem-se do meu selvagem coração. Meus olhos são selvagens; meus lábios, firmemente comprimidos” (Virginia Woolf).
“Quem viajou aprendeu muitas coisas: quem muito experimentou falará com conhecimento. Quem não passou por provações pouco sabe; aquele que viajou, porém, tem grande habilidade”
(Eclo 34, 9 - 10).
"A literatura de viagem tem uma longa história e desde seus primórdios caracteriza-se como o relato de uma vivência proporcionada por um deslocamento físico. Trata-se, portanto, da descrição/narração de uma experiência vivida por alguém que partiu de um lugar conhecido e se dirigiu para um espaço novo, estranho. Essas narrativas, contadas sob a ótica estrangeira do viajante, são uma espécie de ligação entre um mundo vivenciado e um outro desconhecido(...)"
Leia o artigo completo em:http://www.cronopios.com.br/site/ensaios.asp?id=3366
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